terça-feira, 30 de agosto de 2016

Agenda – 29 de agosto

No dia 29 de agosto de:

  • 1954 nasceu Wladimir, lateral-esquerdo que atuou no Corinthians de 1972 a 1985 e em 1987.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Pós-jogo: Ponte Preta 2x0 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2016 – 22ª rodada

Mais um vacilo corinthiano: derrota por 2x0 sofrida contra a Ponte Preta.

E a liderança, cada vez mais distante...

Agora, atenções voltadas para a Copa do Brasil, torneio que não conquistamos desde 2009.

Próximo jogo: 31/8, contra o Fluminense, fora de casa, pela Copa do Brasil.

Veja os gols no vídeo:


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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Títulos – Supercopa do Brasil de 1991

A Supercopa do Brasil, competição já extinta, era um confronto que reunia os dois times que tivessem conquistado títulos nacionais na temporada anterior, ou seja, os vencedores do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. Disputada nos mesmos moldes das Supercopas europeias, ela servia como um tira-teima para definir o "campeão dos campeões" do futebol nacional. Mas a competição nem chegou a se firmar: foi realizada apenas nos anos de 1990 e 1991, logo após a criação da Copa do Brasil, em 1989.

Na segunda edição do torneio, em 1991, o confronto colocou frente a frente Corinthians, campeão do Campeonato Brasileiro de 1990, e Flamengo, vencedor da Copa do Brasil de 1990. Disputada no dia 27 de janeiro de 1991, ainda na pré-temporada, e em jogo único, no Morumbi, deu Corinthians: 1x0, gol de Neto, aos 25 minutos do segundo tempo.

Comemorada apenas um mês após o nosso primeiro título brasileiro, em dezembro do ano anterior, a Supercopa do Brasil foi a segunda conquista nacional oficial do Corinthians, já que a taça possuía a chancela da CBF.

Até os dias de hoje, a competição jamais voltou a ser realizada, ainda que já se tenha levantado a hipótese de um retorno. Mas enquanto isso não acontece, o Corinthians segue como detentor do título desde 1991.

Time-Base: Ronaldo; Giba, Marcelo, Guinei e Jacenir; Márcio, Tupãzinho (Édson) e Neto; Fabinho, Paulo Sérgio e Mauro (Ezequiel). Técnico: Nelsinho Baptista.

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Pós-jogo: Corinthians 2x1 Vitória

Campeonato Brasileiro 2016 – 21ª rodada

Sai, zica!

Depois de três jogos sem vitória, voltamos a vencer: 2x1 no Vitória, de virada, no sofrimento. Até gol contra a gente fez...

Voltamos ao G4 – agora ocupamos a terceira posição – e estamos a três pontos do líder Palmeiras.

Próximo jogo: 27/8, contra a Ponte Preta, fora de casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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Agenda – 23 de agosto

No dia 23 de agosto de:

  • 1930 nasceu Cabeção, goleiro que atuou no Corinthians de 1949 a 1966.

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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Agenda – 22 de agosto

No dia 22 de agosto de:

  • 1930 nasceu Gylmar, goleiro que atuou no Corinthians de 1951 a 1961.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Títulos – Torneio Rio-São Paulo de 1966

A história que todo mundo conhece é a de que o Corinthians ficou 23 anos sem ganhar nenhum título, de 1954 a 1977. No entanto, a equipe venceu sim um campeonato oficial disputado nesse período: o Torneio Rio-São Paulo de 1966. O problema é que a conquista foi dividida entre Corinthians, Santos, Botafogo e Vasco da Gama, o que torna até constrangedora a comemoração em tais circunstâncias.

Nosso treinador era o lendário Oswaldo Brandão, que havia conduzido nosso time ao último título que havíamos conquistado, em 1954, e seria o responsável também pelo fim do jejum, em 1977. Já a equipe era um verdadeiro Timão – aliás, foi nessa época que o apelido surgiu, pois nosso time, que já contava com craques como Rivellino e Dino Sani, recebeu os reforços do zagueiro Ditão e do volante Nair, ambos contratados junto à Portuguesa, e também de Garrincha, um dos maiores jogadores de todos os tempos, embora já em final de carreira e sofrendo de uma lesão no joelho que abreviaria sua vida no futebol.

A fórmula de disputa do campeonato seguia a dos anos anteriores: as principais forças do futebol de São Paulo e do Rio de Janeiro se enfrentariam em sistema de pontos corridos em turno único. Após nove rodadas, o time que somasse mais pontos seria declarado campeão. O problema é que quatro times terminaram empatados: os alvinegros paulistas (Corinthians e Santos) e cariocas (Botafogo e Vasco da Gama), todos com 11 pontos, e não havia critérios de desempate, como conhecemos hoje em dia.

Caso o saldo de gols fosse um critério de desempate, o campeão seria o Botafogo, que fechou sua participação no torneio com saldo +8, enquanto o Santos possuía +7, o Vasco tinha +1 e o Corinthians apresentava 0. No entanto, se o desempate fosse decidido pelo número de vitórias, Corinthians e Vasco levariam vantagem – conseguiram cinco, contra quatro de Santos e Botafogo.

Antes mesmo da rodada decisiva, as federações Paulista e Carioca já haviam decidido que se houvesse empate em número de pontos apenas entre duas equipes, seria realizado um jogo-desempate entre elas, mas que em caso igualdade entre mais de duas, todas elas seriam declaradas campeãs, pois os preparativos para a Copa do Mundo de 1966 já haviam se iniciado e não haveria calendário para a disputa do desempate – no caso, um quadrangular –, o que obrigaria as equipes a entrarem em campo com os reservas, ideia vetada por ambas as federações.

Assim, no dia 28 de março de 1966, Corinthians, Santos, Vasco e Botafogo foram declarados campeões. E podia ter sido pior: se na última rodada o Palmeiras tivesse vencido o São Paulo, chegaria aos mesmos 11 pontos, e seriam cinco os campeões em um torneio disputado por 10 equipes. Imagine um campeonato em que metade dos participantes levanta a taça!

Pelo ponto de vista do torcedor corinthiano, o triste é que tínhamos a faca e o queijo na mão para conseguirmos o título de forma isolada, o que acabaria com o mais do que incômodo jejum de conquistas que já durava 12 anos e pouparia a Fiel Torcida de mais 11 anos de fila. Isso porque apesar de termos feito uma campanha apenas razoável, marcada por alguns maus resultados (como a derrota em casa por 3x0 contra o Vasco, a goleada de 5x1 sofrida no Rio contra o Botafogo e o clássico perdido contra o Palmeiras por 2x1 em que o recém-chegado Garrincha desperdiçou o pênalti que nos daria o empate aos 43 minutos do segundo tempo), bastaria uma vitória simples em nossa última partida no campeonato, contra o Santos, no Pacaembu, para alcançarmos a liderança isolada da competição e o consequente título. Mas eram tempos difíceis contra o time da Baixada, mesmo sem Pelé, que não jogou, e a partida acabou empatada em 0x0 – e olha que contávamos com dois jogadores a mais desde o primeiro tempo após a expulsão dos craques adversários Coutinho e Mengálvio. Pra piorar, nosso atacante Flávio perdeu um pênalti, defendido pelo goleiro santista, e ainda tivemos um gol (bem) anulado no finalzinho da partida, gol este que levaria o título exclusivamente para o Parque São Jorge.

Foi o quarto título corinthiano na competição, que entrou em um hiato e não seria mais disputada até 1993. Na verdade, a partir de 1967 ela foi ampliada, contando também com equipes de outros estados, e ficou conhecida pelo seu nome oficial, Torneio Roberto Gomes Pedrosa – ou Robertão – (posteriormente, Taça de Prata), sendo realizada até 1970.

Além disso, a conquista foi marcante por ser a única de Rivellino com a camisa corinthiana.

Time-base: Heitor (Marcial); Jair Marinho, Ditão, Galhardo e Édson (Maciel); Nair e Rivellino (Dino Sani); Marcos (Garrincha) (Bataglia), Flávio (Nei), Tales e Gílson Porto. Técnico: Oswaldo Brandão.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Pós-jogo: Grêmio 3x0 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2016 – 20ª rodada

Se você estiver participando de um Bolão do Campeonato Brasileiro e chegar a rodada em que o Corinthians enfrenta o Grêmio no Olímpico, aposte no Grêmio. Essa é uma lição que aprendemos ao longo dos nossos anos de corinthianismo. Aliás, outra lição que aprendemos é que dependendo do ano, vale a pena apostar no Grêmio quando o jogo é aqui em São Paulo também. Não tem jeito: se tem um time que gosta de bater na gente, esse time é o Grêmio.

Só nao precisava bater tão forte... 3x0, Timão? Nem me lembro a última vez em que perdemos com uma diferença de gols tão grande.

E é visível a queda de rendimento do time, refletida na diminuição também do aproveitamento dos pontos disputados. Especialmente no caso dos jogadores de quem mais se espera (leia-se Giovanni Augusto e Marquinhos Gabriel), o desempenho segue ladeira abaixo. A defesa, outrora a melhor do campeonato, se mostra a cada jogo mais frágil (seis gols sofridos nas últimas três partidas é dose). E o ataque... Ah, o ataque... Não temos um jogador que se salve. São todos, no máximo, voluntariosos. Bom, mesmo, não temos nenhum.

E boa sorte pra gente no restante do campeonato... Porque em título eu já parei de acreditar.

Próximo jogo: 22/8, contra o Vitória, em casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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domingo, 14 de agosto de 2016

Agenda – 14 de agosto

No dia 14 de agosto de:
 
  • 1966 nasceu Rincón, meio-campista que atuou no Corinthians de 1997 a 2000 e em 2004.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Títulos – Campeonato Paulista de 2013

O grande desafio para o Corinthians na temporada 2013 foi o de não se acomodar após o ano anterior, perfeito, em que conquistamos os títulos da Libertadores e do Mundial da FIFA. Havia grande curiosidade em ver como o time se comportaria após ter alcançado o topo do planeta, e também um certo receio de acomodação. Afinal, como motivar jogadores que acabaram de ser campeões mundiais? Porém, logo de cara, no primeiro campeonato disputado pelo Timão após a volta do Japão, conquistamos mais uma taça: a do Paulistão.

Mantendo a base multivencedora e contando com os reforços de Renato Augusto, que nos daria muitas alegrias em um futuro não tão distante, e do badalado Alexandre Pato, uma das contratações mais caras da história do futebol brasileiro – e para muitos, uma das mais equivocadas –, jogamos o estadual sem muito foco, pois estávamos mais preocupados com a Libertadores, que era disputada simultaneamente. Consequentemente, nossa primeira fase – disputada com 20 times, todos se enfrentando em turno único – foi apenas razoável. Muitas vezes atuando com os reservas, nosso desempenho foi marcado pelo alto número de empates: oito em 19 rodadas. Chegamos ao absurdo de realizar uma série de cinco empates consecutivos e ficamos com igualdade no placar até mesmo nos clássicos contra Palmeiras (2x2 em casa) e Santos (0x0 fora). Quando vencíamos, era sempre no aperto – a única vitória com placar elástico que conseguimos foi um 5x0 sobre o Oeste, na quinta rodada, em partida que marcou a tão aguardada estreia de Alexandre Pato e também o seu primeiro gol, o quinto da goleada, logo após pisar no gramado, já que o jogador começou a partida no banco.

Talvez o único jogo memorável desta etapa tenha sido a vitória contra o São Paulo no Morumbi, por 2x1, de virada. Jadson, que no ano seguinte viria para o Parque São Jorge em negociação envolvendo o próprio Alexandre Pato, abriu o placar para o time da casa, e Danilo, eterno carrasco tricolor, empatou a partida. No finalzinho do jogo, Alexandre Pato sofreu pênalti em uma dividida com Rogério Ceni e ele mesmo converteu aquele que seria o gol da vitória por 2x1. Talvez em um dos únicos momentos em que agradou a Fiel Torcida em sua toda a história com a camisa do Corinthians, Pato soube fazer a catimba contra o ídolo são-paulino, que reclamava da marcação do pênalti ao dizer que não havia chutado o atacante, e sim sido solado.

Terminada a primeira fase, os oito mais bem colocados avançariam para as quartas de final. Nos classificamos apenas na quinta posição, o que nos colocou no incômodo confronto com a sempre perigosa Ponte Preta, que tinha nos vencido na primeira fase e que também havia nos eliminado nas quartas do Paulista do ano anterior. Pra piorar, como a Ponte havia feito melhor campanha (quarto lugar) e o confronto seria em partida única, teríamos que jogar como visitantes, pois o mando de campo seria deles. Mas no fim das contas, goleamos: 4x0, em uma das melhores exibições corinthianas naquele ano.

Na semifinal, teríamos pela frente o São Paulo, detentor da melhor campanha geral, o que nos obrigava novamente a jogar como visitantes. Mas o Morumbi, todos sabem, é o nosso salão de festas, e deu Corinthians: 0x0 no tempo normal e 4x3 nos pênaltis. E aí aconteceu o segundo capítulo da novela Alexandre Pato x Rogério Ceni: Pato partiu para a cobrança decisiva, a última da série corinthiana, e Rogério, mestre em se adiantar, passou de qualquer limite (Cássio chegou a declarar que "todo mundo dá uma adiantadinha, mas o Rogério deu uma adiantadona"), avançando exatos 2,51 metros e chegando ao ridículo de alcançar a metade da pequena área antes mesmo de o atacante tocar na bola (nas palavras do próprio Pato, "veio até quase a marca do pênalti para pegar a bola"). Rogério defendeu, mas obviamente o juiz mandou voltar, o que gerou mais um mimimi do arqueiro são-paulino. Na nova cobrança, Pato mandou pro fundo das redes, classificando o Timão para mais uma final estadual, sem chororô.

Na final, agora em dois jogos, novamente enfrentaríamos uma equipe que havia realizado uma campanha melhor do que a nossa: o Santos. Por isso, o jogo de ida seria no Pacaembu e o de volta, na Vila Belmiro.

Na ida, em 12 de maio, mais uma vez fizemos uma ótima exibição: Paulinho abriu o placar e Paulo André fez o segundo para o Timão, parecendo fechar o caixão santista. Só que em uma bola parada, levamos um gol, e o 2x1 deixava a disputa aberta para o domingo seguinte.

O jogo de volta, em 19 de maio, quatro dias após sermos eliminados na Libertadores pelo Boca Juniors, foi pegado, polêmico, mas com amplo domínio corinthiano. Saímos atrás no placar, mas não deu nem pra esfriar: Danilo, sempre decisivo, fez o gol do título no minuto seguinte, e bastou segurar o pouco eficiente ataque santista até o fim da partida para garantir o empate em 1x1 e poder soltar o grito de campeão.

De quebra, o título corinthiano ainda tirou do Santos a possibilidade do tetracampeonato tão sonhado pelo rival, dando o troco do que havia acontecido três décadas antes: no ano de 1984, após dois títulos paulistas consecutivos do Corinthians em 82 e 83, perdemos a rodada decisiva exatamente para o Santos, que tirou o tri das nossas mãos.

Um time tão competitivo não deixaria de ser lembrado na premiação individual: tivemos seis jogadores – ou seja, mas da metade do time – eleitos para a seleção do campeonato: Alessandro, Gil, Ralf, Paulinho, Danilo e Guerrero.

O Paulista de 2013 foi a quarta taça que levantamos em apenas um ano e meio (depois do Brasileiro 2011, da Libertadores 2012 e do Mundial 2012), e ainda conquistaríamos a Recopa Sul-Americana dois meses depois. Bons tempos...



Time-base: Cássio (Danilo Fernandes); Alessandro (Edenílson), Paulo André (Felipe), Gil e Fábio Santos; Ralf, Paulinho (Guilherme) e Danilo (Douglas) (Renato Augusto); Emerson, Romarinho (Jorge Henrique) e Guerrero (Alexandre Pato). Técnico: Tite.

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terça-feira, 9 de agosto de 2016

Pós-jogo: Corinthians 1x1 Cruzeiro

Campeonato Brasileiro 2016 – 19ª rodada

Parecia o cenário ideal para somarmos três pontos: jogo em casa, contra o Cruzeiro, que está afundado na zona de rebaixamento, e em partida que marcava o reencontro do Corinthians com o estádio do Pacaembu. Pra melhorar, com um minuto de jogo, já estávamos na frente, o que até nos deu esperança de que poderíamos vencer por três gol de diferença pra superar o saldo de gols do Palmeiras, assumir a ponta da tabela e ainda comemorar o título simbólico do primeiro turno. Mas não deu. O Timão voltou a decepcionar, jogou muito mal e acabou sofrendo o empate. Terceiro empate seguido em casa, aliás.

Mas nada que justifique a reação imbecil de parte da torcida, os famosos torcedores "modinha", geração Libertadores, que vaiaram o time mais uma vez e ainda chamaram o técnico Cristóvão de burro. Como bem disse o volante Elias após a partida, nossa torcida tá parecendo a do São Paulo, que só reclama e muitas vezes esquece de apoiar e compreender o que está acontecendo. Passamos por um desmanche brutal, perdemos até o Tite e mesmo assim estamos no G4, a dois pontos da liderança. Tem que ter consciência.

Próximo jogo: 14/8, contra o Grêmio, fora de casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Agenda – 6 de agosto

No dia 6 de agosto de:

  • 1995 Corinthians venceu o Palmeiras por 2x1 e conquistou o Campeonato Paulista de 1995, o 21º de sua história.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Títulos – Campeonato Brasileiro de 2015

O Corinthians começou o ano de 2015 voando. Com a volta de Tite e o estilo de jogo por ele implantado, que enchia os olhos do torcedor e ao mesmo tempo era eficiente, parecia que iríamos ganhar tudo naquela temporada. Mas de repente, o time simplesmente parou de funcionar e tudo começou a dar errado, o que acarretou nas eliminações contra "dois Guaranis": o da capital, que também atende pelo nome de Palmeiras (nas semifinais do Campeonato Paulista), e o do Paraguai (nas oitavas da Libertadores). Foi nesse clima de desconfiança que o Brasileirão começou. Mas assim como havia ocorrido em 2011, o vexame na Libertadores deu gás para que o Timão conquistasse mais um título nacional.

O sistema do campeonato era o mesmo das edições anteriores: 20 equipes se enfrentando em sistema de pontos corridos, em turno e returno.

A partida de estreia do Corinthians no Brasileirão, contra o Cruzeiro, aconteceu exatamente entre as duas partidas de oitavas de final da Libertadores. Havíamos perdido para o Guarani no Paraguai por 2x0 quatro dias antes e nossas chances de avançar na Liberta eram mínimas (três dias depois, a eliminação se confirmaria), mas mesmo assim fomos à Arena Pantanal poupando os titulares na estreia do torneio nacional pra arriscar tudo no continental. Contrariando todo o pessimismo, vencemos: 1x0, com gol de Romero, pra começar a jornada em busca do hexa com o pé direito.

Na partida seguinte, contra a Chapecoense, nova vitória, mas a sequência ruim que viria (empate contra o Fluminense, derrota em casa contra o Palmeiras e outra derrota contra o Grêmio) bastou para que muitos deixassem de acreditar no time. Com um futebol muito pobre, críticas não faltavam, especialmente ao centroavante Vágner Love, em má fase. Chegamos a ocupar a 11ª posição, o que fez com que muitos – mídia especializada, torcedores rivais e até mesmo corinthianos – afirmassem que "o Corinthians iria brigar pra não cair". Porém, conforme se veria a seguir, quem criticou jamais imaginou que pudesse se enganar tanto.

A recuperação foi acontecendo, e aos poucos o Timão foi somando pontos na captura do então líder Atlético-MG. Bons resultados foram sendo incluídos na conta, como um 3x0 contra o Flamengo em pleno Maracanã, pela 15ª rodada, e uma vitória em casa em jogo de seis pontos contra o próprio Atlético, na 16ª, o que nos colocou na liderança da competição, compartilhada com os mineiros.

Mas aí veio a choradeira com a qual já estamos acostumados. Na 17ª rodada, um erro de arbitragem a favor do Corinthians (pênalti não marcado em bola no braço de Uendel) no último lance de um clássico contra o São Paulo garantiu o empate em 1x1; já na rodada seguinte, contra o Sport, em um lance semelhante, não foi usado o mesmo critério, e o pênalti para o Corinthians foi confirmado, o que trouxe à tona o patético argumento de que "só marcam quando é a favor do Corinthians". Enquanto isso, nas mesmas rodadas, o Atlético foi derrotado por Grêmio e Chapecoense também com erros de arbitragem. Foram lances normais, que acontecem em qualquer campeonato e com qualquer equipe – inclusive, erros em lances capitais haviam beneficiado o Atlético e prejudicado o Corinthians mais de uma vez no início do campeonato –, mas todos sabemos que quando são a favor do Corinthians, sempre ganham proporções exageradas e geram revoltas descabidas nos torcedores rivais. Enquanto os conspirólogos já vinham com a absurda ideia de que a arbitragem estava minando o Atlético até que o Corinthians assumisse a liderança, virou moda os jogadores, a comissão técnica e até mesmo a diretoria do Galo não pouparem insinuações ou mesmo afirmações de favorecimento ao Corinthians na imprensa – o técnico Levir Culpi chegou ao cúmulo da irresponsabilidade de declarar que "o campeonato estava manchado".

Mas nada disso importa, o que importa é que viramos o primeiro turno na liderança – assim, vencemos mais uma vez o Troféu Osmar Santos, entregue pelo jornal Lance! – e que ninguém nos ultrapassaria até o fim do torneio.

No segundo turno, o time foi encorpando. Os grandes destaques da equipe eram os talentosos meias Renato Augusto e Jadson, de um entrosamento tão grande que ganharam o apelido de dupla "Renadson". Já jogadores inicialmente criticados, como Vágner Love, reencontraram o seu bom futebol. Assim, o Timão se tornou praticamente imbatível.

Apesar de novamente perdermos pontos contra Palmeiras e Grêmio (empates em 3x3 e 1x1, respectivamente), a vantagem do Timão no topo era sempre de no mínimo três pontos, e a gente não vacilava: quando o Atlético vencia, dando a impressão de que a diferença diminuiria, íamos lá e também vencíamos o nosso jogo; quando nós derrapávamos, dando margem para que nos alcançassem, eles também perdiam pontos, e nunca conseguiam tirar a diferença. Chegamos, inclusive, a ficar 17 jogos consecutivos sem perder.

O jogo-chave contra o Atlético, considerado uma espécie de final, aconteceu pela 33ª rodada, no dia 1º de novembro. Disputado no Horto, estádio que carrega a mística de ser um alçapão atleticano, o jogo acabou sendo um passeio corinthiano: 3x0, sem piedade, com gols de Malcom, Vagner Love e Lucca – este, um golaço de voleio. E aí, com 11 pontos na frente, a pergunta não era "se" seríamos campeões, mas "quando".

Uma mão já estava na taça, e esta quase veio assistindo o campeonato do sofá. Na 34ª rodada, nosso jogo foi marcado para o sábado, e o do Atlético, para o domingo. Os pedidos para que os jogos fossem disputados em mesmo dia e horário não foram atendidos, e assim houve o risco de que não comemorássemos a conquista em campo. Nós fizemos a nossa parte, vencendo o Coritiba por 2x1, e no dia seguinte todo mundo grudou na TV para ver se o campeonato seria ou não decidido... mas não foi. O 0x0 entre Figueirense e Atlético que definiria o Corinthians campeão persistia até os 45 do segundo tempo, quando a equipe mineira fez o gol da vitória e empurrou a definição para a rodada seguinte.

Na 35ª rodada, em 19 de novembro, finalmente tudo se decidiu. Com 11 pontos de vantagem e restando 12 em disputa, bastava ao Corinthians vencer em São Januário o desesperado Vasco da Gama, que lutava para não cair, ou, na pior das hipóteses, não perder e torcer para o Atlético não vencer o São Paulo no Morumbi em partida realizada no mesmo horário. O Vasco e o Atlético saíram na frente, dando a impressão de que a comemoração do título seria adiada por mais uma semana, mas empatamos a partida em 1x1, com gol de Vágner Love, e vimos o São Paulo virar o placar em 4x2. Com a combinação de resultados, comemoramos o hexa com três rodadas de antecedência e viemos fazendo festa do Rio de Janeiro até São Paulo. Foi o sexto título corinthiano no Brasileirão, igualando o recorde do São Paulo, e o terceiro na Era dos pontos corridos, igualando São Paulo e Cruzeiro.

Na ocasião, teve torcedor são-paulino cara-de-pau falando que vencemos porque fomos ajudados por eles. Então, tivemos a oportunidade de agradecer o presente já na rodada seguinte, com a maior goleada da história do confronto. No jogo das faixas, em 22 de novembro, atuando com o time quase todo reserva, vencemos por nada menos do que 6x1, e ainda teve um pênalti defendido pelo Cássio, pra aumentar a festa. Detalhe para o golaço de Lucca, após linda jogada de Bruno Henrique e passe de letra de Danilo, para o atacante Romero, que, após um de seus gols, fez o gesto de "seis" com as duas mãos pra comemorar o sexto título, mal sabendo que aquele seria também número de gols que a equipe faria no dia, e também para o volante Cristian, que fechou a contagem e repetiu o gesto feito na semifinal do Paulista de 2009 contra o próprio São Paulo em "homenagem" à torcida rival – mas não o gesto que ele mesmo havia feito, com os braços cruzados e os dedos médios levantados, e sim o de Ronaldo Fenômeno, com os indicadores erguidos. Se em 2011 comemoramos nosso quinto título brasileiro passando pelo São Paulo por 5x0, nada mais justo que um 6x1 contra eles na festa da nossa sexta conquista. Além disso, os pontos conquistados na partida valeram ao Timão mais um Troféu João Saldanha, oferecido pelo Lance! ao vencedor do segundo turno do Brasileirão.

Fechamos o campeonato com 24 vitórias em 38 jogos, com 12 pontos à frente do segundo colocado. Chegamos a 81 pontos, estabelecendo um novo recorde desde que o Brasileirão em pontos corridos é disputado com 20 clubes, pois superamos o Cruzeiro, que havia feito 80 pontos em 2014. E faltou pouco para batermos o recorde também em aproveitamento de pontos: somamos 71,1% dos pontos disputados, marca inferior apenas à do Cruzeiro de 2003, que alcançou 72,5% de aproveitamento em uma época que o campeonato era disputado com 24 clubes. Além disso, pela primeira vez fomos campeões brasileiros conseguindo vencer os dois turnos da competição. O fator casa foi fundamental: diante de sua torcida, foram 16 vitórias, dois empates e apenas uma derrota.

Já na esfera individual, a premiação Bola de Prata, criada pela revista Placar e organizada em parceria com a ESPN Brasil, incluiu na lista dos melhores do torneio o zagueiro Gil, o volante Elias e o meia Jadson, além de Renato Augusto, que ganhou a Bola de Ouro ao ser eleito o melhor jogador do campeonato.

E um detalhe que entrou para a história do título foi a demissão do técnico atleticano Levir Culpi antes mesmo de o campeonato acabar. Se o campeonato estava "manchado" e nossa conquista teria acontecido "com ajuda", por que a diretoria da equipe mineira não confiou no trabalho do treinador? Mais uma incoerência dos rivais ao tentarem diminuir um título incontestável.

Corinthians hexa, sem mimimi!


Time-base: Cássio (Walter); Fagner (Edilson), Gil (Yago), Felipe (Edu Dracena) e Uendel (Guilherme Arana); Ralf (Cristian), Elias (Bruno Henrique), Jadson (Rodriguinho), Renato Augusto (Danilo) e Malcom (Lucca); Vágner Love (Romero) (Luciano). Técnico: Tite.

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Pós-jogo: Atlético-PR 2x0 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2016 – 18ª rodada

Adeus, liderança!

Jogando pessimamente, perdemos para o Atlético-PR por 2x0 e ainda vimos o Santos, que empatou, assumir a liderança do Brasileirão.

Hoje, dependendo dos resultados das partidas que encerram a rodada, ainda podemos cair para a quarta posição. Osso.

Próximo jogo: 8/8, contra o Cruzeiro, em casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Pós-jogo: Internacional 0x1 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2016 – 17ª rodada

Respeita o líder!

O Corinthians foi até Porto Alegre para enfrentar o Inter e não se intimidou: venceu por 1x0, com gol de Elias. Pra melhorar, o Palmeiras visitou o Botafogo e se deu mal: perdeu a segunda seguida.

Assim, o Campeonato Brasileiro tem um novo líder: o Timão!

Próximo jogo: 3/8, contra o Atlético-PR, fora de casa, pelo Brasileirão.

Veja o gol no vídeo:


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Agenda – 31 de julho

No dia 31 de julho de:


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