segunda-feira, 25 de julho de 2016

Agenda – 25 de julho

No dia 25 de julho de:

  • 1950 nasceu Vanderlei Eustáquio de Oliveira, o Palhinha, atacante que atuou no Corinthians de 1977 a 1980 e treinador do clube em 1989.

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Pós-jogo: Corinthians 1x1 Figueirense

Campeonato Brasileiro 2016 – 16ª rodada

Jogo em casa e contra uma equipe que briga pra não ser rebaixada. Os três pontos eram obrigação, mas o Corinthians dos últimos anos adora perder pontos em jogos teoricamente mais fáceis. Não deu outra: empate decepcionante, por 1x1 – e olha que podia ter sido pior, pois o juizão deu aquela força ao não expulsar o Cássio em uma falta bisonha cometida pelo nosso goleiro.

Dois jogos em casa, apenas dois pontos somados. Rendimento ridículo para uma equipe com ambições de título.

O resultado só não foi uma tragédia ainda maior porque o Palmeiras fez o favor de perder em casa para o Atlético-MG, desperdiçando assim a chance de abrir cinco pontos de vantagem sobre a gente. Estamos a dois pontos do líder, mas agora temos a companhia do Grêmio, que chegou aos mesmos 30 pontos ao vencer o São Paulo na tarde de ontem.

Próximo jogo: 31/7, contra o Internacional, fora de casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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Agenda – 22 de julho

No dia 22 de julho de:

  • 1928 ocorreu a inauguração da Fazendinha, em um amistoso contra o América-RJ. Placar: 2x2.
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  • 1950 nasceu Nelson Baptista Junior, o Nelsinho Baptista, treinador do Corinthians de 1990 a 1991, de 1996 a 1997 e em 2007.

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Pós-jogo: Corinthians 1x1 São Paulo

Campeonato Brasileiro 2016 – 15ª rodada

Tinha tudo pra ser a tarde em que o Corinthians finalmente assumiria a liderança do Brasileirão. Enquanto nós enfrentaríamos em casa o São Paulo, adversário contra o qual costumamos levar vantagem (na Arena, por exemplo, em quatro jogos, haviam sido quatro vitórias corinthianas), o Palmeiras tinha um compromisso duríssimo, fora de casa, contra o Internacional (que não perdia no Beira-Rio para o time verde desde, pasmem, 1997). A conta já estava decorada, na ponta da língua: estamos um ponto atrás; a gente vence o São Paulo, eles perdem do Inter e a liderança é nossa, com dois pontos de vantagem. Mas deu tudo errado... Empatamos, eles venceram, e a liderança continua sendo deles – e agora, são três pontos na nossa frente.

E nem vou discutir a não marcação de um pênalti absurdo a favor do Inter e nem o fato de que não é a primeira vez que o Palmeiras vem sendo beneficiado pela arbitragem neste campeonato. Só queria que os erros a favor dos outros fossem tão discutidos, tanto na mídia quanto pelos próprios torcedores, quanto aqueles que beneficiam o Corinthians. Porque esse papo de que só a gente leva vantagem já encheu o saco.

E a comemoração dos três anos da vitória corinthiana da Recopa Sul-Americana, conquistada em 17 de julho de 2013 exatamente contra o São Paulo, acabou não sendo das mais doces, assim como a homenagem ao ídolo Casagrande, que foi imortalizado na Calçada da Fama da Arena Corinthians.

E olha que podia ser pior. A sorte é que o Grêmio, que nos ultrapassaria caso vencesse o Sport, tomou uma sapecada de 4x2 e continua na terceira posição.

Mas não tem nada perdido ainda: finalizada a 15ª rodada, temos 29 pontos, contra 32 do Palmeiras. No ano passado, após a mesma rodada, estávamos em situação quase idêntica: também nos encontrávamos na vice-liderança, com 30 pontos (ou seja, apenas um a mais do que temos neste ano), e o líder (naquela ocasião, o Atlético-MG), que parecia imbatível, tinha os mesmos 32 que o Palmeiras apresenta atualmente – e, como todos sabem, deu no que deu. Pra melhorar, ainda tínhamos um confronto contra o Galo no campeonato, mas fora de casa, enquanto nesta temporada enfrentaremos o Palmeiras na nossa Arena. Vamos acreditar.

Próximo jogo: 23/7, contra o Figueirense, em casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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Agenda – 18 de julho

No dia 18 de julho de:

  • 1922 nasceu Cláudio, atacante que atuou no Corinthians de 1945 a 1957.

  • 1934 nasceu Jorge Vieira, treinador do Corinthians de 1979 a 1980, de 1983 a 1984 e de 1986 a 1987.

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Agenda – 17 de julho

No dia 17 de julho de:

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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Títulos – Campeonato Paulista de 1988

Em 1988, após cinco anos sem vencer nenhum torneio, o Corinthians voltou a ser campeão. O título, mais uma vez, foi do Campeonato Paulista, o que ampliou ainda mais sua hegemonia no estado.

Na primeira fase do campeonato, os 22 clubes participantes foram divididos em dois grupos. No primeiro turno, as equipes do Grupo A enfrentariam as do Grupo B; no segundo turno, cada time jogaria contra os adversários de seu próprio grupo. Porém, na prática, os participantes eram mesmo 20. Explico: rebaixados no ano anterior, Ponte Preta e Bandeirante entraram na Justiça Comum para permanecerem na primeira divisão em 1988. Como forma de protesto, todas as demais equipes se recusaram a enfrentá-los – exceto o Corinthians, que por insistência do presidente Vicente Matheus acabou "boicotando o boicote" e entrando em campo contra ambos. Mas posteriormente a Justiça Desportiva derrubou a liminar da Justiça Comum, retirando as duas equipes do campeonato.

Já na estreia do Corinthians, sorteado no Grupo B, o compromisso seria um clássico contra o São Paulo. E nesse dia surgiu um novo ídolo corinthiano: o jovem Ronaldo, de apenas 20 anos, que na época era o terceiro goleiro e fazia apenas sua quarta partida como profissional, a primeira em torneios oficiais. Os dois outros jogadores da posição eram atletas consagrados que haviam sido os titulares da Seleção Brasileira nas duas Copas do Mundo anteriores: Valdir Peres, em 1982, e Carlos, em 1986. Com Valdir Peres dispensado e Carlos machucado, Ronaldo foi alçado à condição de titular nessa partida e se consagrou: defendeu um pênalti do ídolo são-paulino Darío Pereyra, o que garantiu a vitória corinthiana por 2x1.

Ronaldo, aliás, foi uma das tantas apostas nos pratas da casa que o Timão faria naquele campeonato, como o zagueiro Marcelo, o volante Márcio e os atacantes Marcos Roberto e Viola. Mas a equipe também contava com jogadores experientes, como o lateral Edson e os polivalentes Wilson Mano e Biro-Biro.

Na sequência do campeonato, jogando o feijão-com-arroz, o Timão foi somando os pontos necessários para se classificar para a próxima fase, ainda que desse uma tropeçada ou outra ao longo do caminho. É verdade que o time estava longe de praticar um futebol que enchesse os olhos do torcedor, mas foi eficiente, garantindo não apenas a primeira colocação de seu grupo, mas também a melhor campanha geral da primeira fase.

Aliás, o Corinthians deu uma grande demonstração de hombridade na última partida dessa fase, contra o América de São José do Rio Preto. De acordo com o regulamento, os quatro primeiros colocados de cada grupo garantiriam vaga para a segunda fase. Essas oito equipes seriam divididas em dois novos grupos, e dessa vez os confrontos seriam apenas entre as equipes do próprio grupo, em turno e returno. Fato é que o Corinthians foi enfrentar o América podendo escolher o grupo em que cairia na fase seguinte: caso perdesse, jogaria num grupo teoricamente mais fraco, com São José, Internacional de Limeira e XV de Jaú, mas se vencesse ou empatasse, teria a companhia de Palmeiras, Santos e São Paulo, ou seja, os outros clubes grandes do estado. Mas com o Corinthians não existe essa covardia de escolher adversário: arrancou um empate em 1x1 e foi em busca do título mesmo sabendo que teria um caminho mais difícil.

Nessa nova fase de grupos, apenas o primeiro colocado de cada chave seguiria vivo na competição. Jogando pelo Grupo B dessa fase, novamente fizemos uma campanha irregular, mas bastaram dois empates contra o São Paulo (2x2 e 1x1), outros dois empates contra o Palmeiras (ambos por 0x0) e duas vitórias contra o Santos (3x2 e 2x0) para que assegurássemos a primeira colocação e a vaga na final do campeonato. Mas não sem aquele sofrimento ao qual estamos acostumados: no dia 17 de julho, na última rodada do grupo, precisávamos vencer o Santos e torcer para que o São Paulo não derrotasse o Palmeiras. Fazíamos a nossa parte, vencendo por 2x0, mas a outra partida seguia 0x0. A tensão permaneceu até os 44 do segundo tempo, quando o Palmeiras marcou o gol que nos colocava na final. O Pacaembu explodiu de alegria, fato que ficou conhecido como Porcorinthians, entrando para a história como o dia em que a torcida corinthiana no Pacaembu comemorou um gol do Palmeiras.

Na final, teríamos pela frente o vencedor do outro grupo: a forte equipe do Guarani, que contava com ótimos jogadores como Evair, Boiadeiro e Ricardo Rocha – este, futuro campeão do mundo pela Seleção Brasileira na Copa de 1994 –, além do craque Neto, que posteriormente seria ídolo no próprio Corinthians.

Na partida de ida das finais, no dia 24 de julho, deu empate no Morumbi: 1x1, em uma partida marcada pelo golaço de bicicleta de Neto (quatro anos depois, a situação se inverteria: vestindo a camisa do Corinthians e tendo o Guarani como adversário, Neto faria outro gol de bicicleta tão bonito quanto aquele). O lateral Édson marcou e garantiu o empate para o Timão – resultado considerado ruim, pois seria necessário reverter o placar fora de casa contra uma equipe vista como favorita.

Na volta, em 31 de julho, novo empate: 0x0 após o tempo normal, o que forçou a prorrogação, na qual o Guarani jogaria pelo empate para ser campeão, pois havia realizado melhor campanha que o Corinthians na soma das duas fases anteriores. Mas aí brilhou a estrela do artilheiro Viola. Com 18 anos, o atacante nunca havia iniciado uma partida como titular, mas com a saída de Edmar para o futebol italiano e a lesão de Marcos Roberto, o treinador Jair Pereira teve que confiar no talento do garoto. Deu certo: aos cinco minutos da prorrogação, Wilson Mano chutou cruzado, mas pegou mal na bola; Viola, na raça, deu um carrinho e empurrou a bola para dentro do gol, pra fazer o 1x0 que garantia ao Corinthians o seu 20º título estadual.

Viola afirmou posteriormente que se sentia com a missão de fazer o gol do título, tanto que entrou em campo com duas camisas, pois sabia que na comemoração jogaria uma delas para a torcida. O gol ainda serviu para rebater todas as provocações que o jogador havia sofrido na véspera do jogo. O técnico bugrino chegou a tocar uma viola em um programa de televisão, enquanto um zagueiro da equipe de Campinas declarou que iria enfiar a viola no saco.

E o Corinthians, mais uma vez, se mostrou predestinado a ganhar títulos em anos de centenários, como já tinha acontecido em 1922 (Centenário da Independência) e em 1954 (IV Centenário de São Paulo). No ano do Centenário da Abolição dos Escravos, o fato foi ainda mais marcante, já que coube a Viola, o único negro da equipe, marcar o gol decisivo.

O único porém é o fato de que mais um título estadual, ao mesmo tempo em que aumentava a vantagem que o Corinthians levava na liderança de títulos paulistas, reforçava a incômoda fama de "time regional" que se atrelava cada vez mais ao clube. Mas seria questão de tempo: dois anos depois, o Timão alçaria voos mais altos e conquistaria seu primeiro título nacional.


Time-base: Ronaldo (Carlos); Édson, Marcelo Djian, Denílson e Dida (Aílton); Biro-Biro, Márcio (Paulinho Gaúcho) e João Paulo (Edmundo); Éverton (Wilson Mano), (Edmar) Viola e Paulinho Carioca. Técnico: Jair Pereira.

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Agenda – 11 de julho

No dia 11 de julho de:

  • 1920 ocorreu a histórica goleada de 11x0 sobre o Santos, a maior da história do confronto.

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    Pós-jogo: Chapecoense 0x2 Corinthians

    Campeonato Brasileiro 2016 – 14ª rodada

    E a sequência continua muito boa: vitória fora de casa contra a Chapecoense, sempre complicada quando joga diante de sua torcida.

    E olha que quando o jogo ainda estava 0x0 teve até um gol nosso mal anulado.

    Próximo jogo: 17/7, contra o São Paulo, em casa, pelo Brasileirão.

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    Agenda – 10 de julho

    No dia 10 de julho de:

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    quinta-feira, 7 de julho de 2016

    Agenda – 7 de julho

    No dia de julho de:

    • 1968 nasceu Pedro Francisco Garcia, o Tupãzinho, meio-campista que atuou no Corinthians de 1990 a 1996.

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      segunda-feira, 4 de julho de 2016

      Pós-jogo: Corinthians 4x0 Flamengo

      Campeonato Brasileiro 2016 – 13ª rodada

      Na tarde de ontem, contra o Flamengo, víamos uma partida equilibrada, até que o paraguaio Romero abriu o placar e colocou o Corinthians em vantagem. Aí não teve jeito: onde passa um boi, passa uma boiada, e o Timão chegou a incríveis 4x0 em meia hora.

      Goleada pra dar moral pro grupo na busca pela liderança.

      Próximo jogo: 9/7, contra a Chapecoense, fora de casa, pelo Brasileirão.

      Veja os gols no vídeo:


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      Agenda – 4 de julho

      No dia 4 de julho de:

      sexta-feira, 1 de julho de 2016

      Agenda – 1º de julho

      No dia 1º de julho de:
       
      • 2009 Corinthians empatou com o Internacional em 2x2 e conquistou a Copa do Brasil de 2009, a 3ª de sua história.

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