domingo, 28 de fevereiro de 2016

Pós-jogo: Corinthians 1x0 Oeste

Campeonato Paulista 2016 – 7ª rodada

Foi na bacia das almas, de novo. Contra o frágil Oeste, em casa, só tiramos o 0x0 do placar nos acréscimos do segundo tempo, com Rodriguinho.

Ganhamos, e é isso que importa.

Mas que vamos precisar de uma paciência de elefante nos próximos meses, até que o time volte a funcionar, ah, isso vamos...

Próximo jogo: 2/3, contra o Santa Fe-COL, em casa, pela Libertadores.

Veja o gol no vídeo:


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Agenda – 27 de fevereiro

No dia 27 de fevereiro de:

               
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Pós-jogo: São Bento 1x1 Corinthians

Campeonato Paulista 2016 – 6ª rodada

Foi por pouco. Vínhamos perdendo até que, na bacia das almas, aos 43 do segundo tempo, André fez um golaço, o seu primeiro com a camisa corinthiana, que garantiu o empate, nos manteve invictos na competição e ainda nos trouxe mais um importante pontinho fora de casa.

Seguimos na liderança do Grupo D.

Próximo jogo: 27/2, contra o Oeste, em casa, pelo Paulistão.

Veja os gols no vídeo:


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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Títulos – Campeonato Paulista de 2001

Entre o final dos anos 90 e o início da década de 2000, o Corinthians conquistou alguns dos títulos mais importantes de sua história: Brasileiro em 1998 e 1999, Mundial em 2000, Rio-São Paulo em 2002 e Copa do Brasil também em 2002. Mas não era só: ainda sobrava tempo pra ganhar um Paulista atrás do outro.

Em 2001, levantamos a taça do estadual novamente, pela quarta vez em apenas sete anos. Com tantas conquistas no período, pode parecer que vencer mais esse campeonato seria apenas seguir a rotina, mas a verdade é que foi sofrido. Muito sofrido.

O início do torneio para o Corinthians pode ser definido em uma simples palavra: trágico. Na primeira fase, 16 clubes se enfrentariam no formato de pontos corridos em turno único. Após 15 rodadas, os quatro primeiros colocados se classificariam para a fase semifinal. Só que das nossas sete primeiras partidas, vencemos apenas uma: um clássico contra o Palmeiras pela quarta rodada. De resto, foi um festival de vexames, incluindo um empate em casa com o frágil Rio Branco na estreia e derrotas para equipes do naipe de Portuguesa Santista e Matonense. Com apenas cinco pontos somados dos 21 disputados até então, ocupávamos a 14ª posição, logo acima da zona de rebaixamento.

Seria necessária uma campanha praticamente perfeita nas oito rodadas restantes para alcançarmos uma vaga nas semifinais. Outras equipes já teriam jogado a toalha em uma situação como essa, mas não o Corinthians, e o que se viu dali em diante foi uma reabilitação assombrosa do Timão, que iniciou uma série de sete vitórias consecutivas, incluindo uma pancada de 5x0 no Santos e goleadas também sobre Portuguesa (5x2) e Botafogo de Ribeirão Preto (5x1). Na última rodada, com a vaga já garantida, perdemos para o já eliminado São Paulo e nos classificamos na terceira posição, o que nos colocava no chaveamento das semifinais contra o Santos, segundo colocado geral.

Apesar da goleada que havíamos aplicado na equipe da Baixada na primeira fase, o confronto alvinegro nas semifinais foi duríssimo. O primeiro jogo, em 6 de maio, acabou empatado em 1x1. O mesmo placar persistia na partida de volta, em 13 de maio, resultado que nos eliminaria do campeonato, pois o Santos jogava por dois resultados iguais devido à melhor campanha na primeira fase. Isso até os 47 do segundo tempo, quando fizemos história faltando 10 segundos para o fim do jogo. A torcida santista já comemorava a classificação quando Gil iniciou uma bela jogada pela esquerda e deu um drible sensacional no zagueiro André Luis, que caiu sentado após o lance. O ponta corinthiano cruzou rasteiro e Marcelinho fez um corta-luz, deixando a bola sobrar limpa para Ricardinho marcar um golaço e garantir o 2x1 que colocava o Corinthians na final. Uma emoção incomparável não apenas para os torcedores corinthianos, mas também para os jogadores e para o técnico Vanderlei Luxemburgo, que disseram nunca ter vivido nada igual no futebol.

Na final, teríamos pela frente o surpreendente Botafogo de Ribeirão Preto, dono de uma campanha invejável. Mas a empolgação do adversário não foi páreo para a nossa – afinal, qual a chance de o Corinthians perder o título depois de conseguir uma arrancada histórica na primeira fase e uma classificação heroica na semifinal? Na partida de ida, em Ribeirão, no dia 20 de maio, deu Corinthians 3x0, pra colocar uma mão e meia na taça. Na volta, disputada no Morumbi em 27 de maio, só uma catástrofe tiraria o título da gente, então a estratégia foi administrar o empate, deixando o tempo passar. No final, o 0x0 bastou, e levantamos o troféu de campeão paulista pela 24ª vez – taça, aliás, conquistada em uma data marcante, já que se comemorava o 100º ano de disputa do Campeonato Paulista, organizado pela primeira vez em 1902.


Time-base: Maurício (Gléguer); Rogério (Índio), João Carlos (Scheidt), Fábio Luciano e Kléber (Andrezinho); Otacílio (Marcos Senna) (Batata), André Luís (Émerson Pereira), Ricardinho e Marcelinho; Ewerthon (Luizão) e Gil (Paulo Nunes). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Pós-jogo: Ferroviária 2x2 Corinthians

Campeonato Paulista 2016 – 5ª rodada

Vinte anos após nossa última partida contra a Ferroviária, voltamos a Araraquara pela 5ª rodada do Paulistão. O resultado foi o mesmo dessa longínqua partida disputada em 18 de maio de 1996: 2x2.

Mas, apesar do tropeço, ainda somos a melhor equipe do campeonato.

Próximo jogo: 24/2, contra o São Bento, fora de casa, pelo Paulistão.

Veja os gols no vídeo:


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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Agenda – 19 de fevereiro

No dia 19 de fevereiro de:

  • 1954 nasceu Sócratesmeio-campista que atuou no Corinthians de 1978 a 1984.
               
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Pós-jogo: Cobresal-CHI 0x1 Corinthians

Libertadores 2016 – Fase de grupos: 1ª rodada

O sonho do bi da Libertadores não poderia começar de forma mais bizarra: no meio do Deserto do Atacama, em um estádio para 20 mil pessoas que fica em uma cidade com menos habitantes do que isso (10 mil) e contra uma equipe que não jogava a competição há 30 anos.

Pra piorar, foi um apagão atrás do outro: primeiro, da energia elétrica, que caiu logo no início do jogo e só voltou após 16 minutos; depois, do Cássio, que levou uma joelhada no rosto em um lance com Yago e desmaiou em campo; e, principalmente, de todo o time, que jogou mal pra caramba.

No fim das contas, um golzinho achado aos 45 e meio do segundo tempo – gol contra, aliás – nos deu os três pontos que serão importantíssimos em um grupo complicado como o nosso, que ainda conta com o Cerro Porteño, do Paraguai, e o Independiente Santa Fe, da Colômbia.

Mas a gente tem que melhorar, E MUITO, se tiver qualquer pretensão de título. Aguardemos.

Próximo jogo: 21/2, contra a Ferroviária, fora de casa, pelo Paulistão.

Veja o gol no vídeo:

     

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Títulos – Copa do Brasil de 2009

No primeiro semestre de 2009, período fenomenal em que o Corinthians contou com a estreia do atacante Ronaldo e comemorou mais um Campeonato Paulista, a grande conquista alvinegra foi outro título nacional para a nossa Sala de Troféus: o da Copa do Brasil, terceira na história corinthiana.

O regulamento do torneio era o mesmo dos anos anteriores: no formato de mata-mata, as equipes participantes se enfrentariam em jogos eliminatórios de ida e volta até a final, na qual a equipe vencedora se sagraria campeã.

A estreia do Timão na competição, contra o Itumbiara, de Goiás, foi histórica. Todo início de competição para o Corinthians sempre atrai atenção geral, mas dessa vez os holofotes estavam mesmo voltados para a outra grande estreia da noite: a de Ronaldo com a camisa corinthiana, já que o jogador, após ficar um ano e vinte dias afastado dos gramados devido a uma grave lesão no joelho, voltou a entrar em campo nessa partida, ainda que apenas por alguns minutos. Foi uma euforia: a cidade havia preparado uma verdadeira festa para receber o ídolo e nem parecia se importar com a derrota sofrida pelo time da casa por 2x0, resultado que classificava o Corinthians para a próxima fase – lembrando que vitória por dois ou mais gols de diferença como visitante nas duas primeiras rodadas do torneio elimina o jogo de volta. Mas se engana quem pensa que tivemos moleza na partida. Chicão abriu o placar ainda na primeira etapa, só que o gol da classificação, marcado por André Santos, foi sair apenas aos 49 do segundo tempo.

Nosso próximo adversário na competição seria o Misto, do Mato Grosso do Sul. Novamente sem surpresas, novamente por 2x0, novamente com gols de Chicão e André Santos e novamente eliminando a partida de volta, deu Corinthians, e avançamos.

O campeonato começou a engrossar nas oitavas de final, quando teríamos pela frente o sempre perigoso Atlético-PR. Foi nessa fase que conhecemos a nossa primeira derrota – que, aliás, seria a única no torneio. A partida poderia ter sido uma tragédia completa, pois aos dois minutos do segundo tempo já perdíamos por 3x0, mas o Timão não desistiu em momento algum e acabou recompensado com dois gols nos minutos finais, aos 41 e aos 47 do segundo tempo. Os gols marcados fora de casa deram mais tranquilidade para a partida de volta, no Pacaembu, a qual vencemos por 2x0, e seguimos em frente mais uma vez.

Nas quartas, faríamos um grande clássico do futebol brasileiro contra o Fluminense, comandado por Carlos Alberto Parreira, com a desvantagem de decidirmos fora de casa. Uma vitória magra no Pacaembu por 1x0 parecia não garantir nossa classificação, mas na partida de volta, disputada no Rio de Janeiro, chegamos atropelando: aos 16 minutos já vencíamos por 2x0, o que obrigava o Fluminense a fazer quatro gols. Eles até chegaram ao empate, mas parou por aí: 2x2 e vaga corinthiana na semi.

Na última etapa antes da finalíssima, mais uma grande equipe carioca nos aguardava: o Vasco da Gama, naquele que seria o confronto mais difícil do Timão em toda a competição. Na primeira partida, disputada fora de casa, abrimos o placar, mas sofremos o empate no segundo tempo. O 1x1 não foi de todo mal, já que trazer um empate e um gol marcado como visitante é sempre uma boa vantagem, e foi esse golzinho que nos classificou, pois na partida de volta, no Pacaembu, não saímos de um 0x0 e acabamos conseguindo a vaga na final exatamente pelo critério de gols marcados fora de casa.

A grande final da Copa do Brasil de 2009, a quinta da história corinthiana na competição e segunda consecutiva após o vice em 2008, seria contra o Internacional de Porto Alegre. O primeiro jogo foi no Pacaembu, e deu a lógica: Corinthians 2x0, com gols de Jorge Henrique e Ronaldo. E foi então que, às vésperas da segunda partida da final, se deu um episódio histórico na rivalidade entre os dois clubes. Talvez pressionada pelo resultado desfavorável (e pelo polêmico Brasileirão de 2005, ainda entalado na garganta dos rivais), a diretoria do Inter resolveu lançar mão de um dos artifícios mais patéticos da história do futebol nacional: um DVD apresentado pelo então vice-presidente colorado, Fernando Carvalho, que convocou a imprensa para denunciar supostos favorecimentos da arbitragem ao Corinthians. A polêmica foi enorme, mas a verdade é que tal iniciativa de nada adiantou para a equipe gaúcha – aliás, serviu apenas para que a torcida corinthiana começasse a chamar os colorados de "chororados" e também como um incentivo extra para inflamar os ânimos corinthianos para a grande decisão no dia 1º de julho. Bobagem feita, não deu outra: voando em campo, abrimos 2x0 em 27 minutos – gols marcados por Jorge Henrique e André Santos –, e só perderíamos se o Inter fizesse cinco gols. Com a mão na taça, relaxamos em campo e sofremos o empate em 2x2 no segundo tempo, mas não fez diferença. O título já era nosso.

Pode chorar: Corinthians tricampeão da Copa do Brasil.

E põe no DVD.


Time-base: Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Cristian, Elias e Douglas (Boquita); Jorge Henrique, Ronaldo (Souza) e Dentinho (Morais). Técnico: Mano Menezes.

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Agenda – 17 de fevereiro

No dia 17 de fevereiro de:

  • 1971 nasceu Carlos Gamarrazagueiro que atuou no Corinthians de 1998 a 1999.
               
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Pós-jogo: Corinthians 2x0 São Paulo

Campeonato Paulista 2016 – 4ª rodada

O desempenho do time não foi nenhuma maravilha, mas não importa. No primeiro clássico do ano, vitória de 2x0 sobre o São Paulo.

Destaque para o zagueiro Lucão, do São Paulo, que já havia falhado em dois gols no inesquecível 6x1 e ontem resolveu falhar bizarramente de novo, dando de presente para o seu xará Lucca uma bola mal recuada para o goleiro Denis, o que acabou resultando no primeiro gol corinthiano.

E seguimos 100%.

Próximo jogo: 17/2, contra o Cobresal-CHI, fora de casa, pela Libertadores.

Veja os gols no vídeo:


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Agenda – 15 de fevereiro

No dia 15 de fevereiro de:

           
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Títulos – Campeonato Paulista de 1979

Passado o trauma dos 23 anos sem títulos com a conquista do Paulista de 1977, a esperança do torcedor corinthiano era retornar ao seu passado de glórias, já que o peso carregado nos ombros daquele momento em diante seria muito menor. E realmente não demorou muito para que a gente voltasse a ser campeão: em 1979, apenas dois anos após o fim da maldição, o Corinthians voltaria a conquistar um título paulista, período que ficou conhecido como "Ano sim, ano não, Corinthians campeão".

Nosso time contava com os já consagrados Zé Maria, Wladimir, Vaguinho e Palhinha, remanescentes do título de 1977, e também com os reforços de dois dos maiores ídolos da galeria corinthiana em todos os tempos: Biro-Biro, Deus da Raça alvinegro, e Sócrates, gênio da história do futebol brasileiro, que faziam parte do elenco desde 1978. 

O Doutor, que nessa época jogava com a camisa 9, e não com a 8, que o consagrou, formava com Palhinha, o camisa 10, uma dupla inesquecível, responsável por grande parte das jogadas ofensivas e dos gols marcados pela equipe no período em que jogaram juntos. Outra dupla eficiente do Timão nessa época foi Píter e Geraldão. No Paulista de 1979, cada dupla marcou 19 gols, ou seja, os quatro jogadores juntos marcaram 38 dos 58 gols do Corinthians naquela edição do torneio.

O longuíssimo campeonato tinha como formato duas fases de grupos mais fase final em mata-matas.

Na primeira fase, os 20 times participantes foram divididos em quatro grupos, mas essa divisão foi feita apenas para efeito de classificação, pois cada equipe não enfrentava apenas os adversários de seu próprio grupo, e sim todas as outras 19, em turno e returno. Ao fim de 38 rodadas, o regulamento previa que os três primeiros colocados de cada grupo avançariam para a segunda fase. 

Nessa etapa, nenhum susto. O Corinthians liderou o seu grupo, inclusive fazendo uma das melhores campanhas dentre todos os participantes, e se classificou com folgas. Mas o destaque da competição era o time do Palmeiras, treinado por Telê Santana, que tinha a melhor campanha geral e vinha sendo apontado como o grande favorito ao título. 

Na segunda fase, o sistema era outro: os 12 times classificados foram divididos em dois grupos, e cada equipe enfrentaria apenas aquelas de seu próprio grupo, em turno único, com as duas melhores de cada grupo se classificando para as semifinais. 

Foi aí que ocorreu uma das maiores polêmicas da história do Paulistão, quando o folclórico presidente corinthiano Vicente Matheus ordenou que o Corinthians não entrasse em campo contra a Ponte Preta pela segunda rodada dessa fase. Isso se deu porque a Federação Paulista marcou uma rodada dupla no Morumbi para o mesmo dia – a partida entre Corinthians e Ponte e também um Palmeiras e Guarani –, e Matheus não queria que o Corinthians, que na época já possuía mais torcida que os outros três times juntos, dividisse a renda com os demais. A Ponte Preta não abriu mão dos pontos pela vitória por W.O., ainda que a Federação Paulista tivesse garantido à equipe campineira uma renda de cinco milhões de cruzeiros caso fosse realizada uma nova partida, e a questão acabou indo parar na justiça. 

No fim das contas, o Corinthians terminou essa fase no segundo lugar de seu grupo, atrás exatamente da Ponte Preta, e teria como adversário na semifinal o favorito Palmeiras, que havia assegurado a primeira posição no outro grupo. Só que a demora nos tribunais foi tanta que as semifinais acabaram atrasando, sendo marcadas apenas para o finzinho de janeiro do ano seguinte. Há quem diga que essa foi uma estratégia de Vicente Matheus para dar uma esfriada no Palmeiras, que vinha voando em campo. Verdade ou não, o fato é que funcionou.

Foi um confronto duríssimo. No jogo de ida, tudo igual: empate em 1x1, com Palhinha evitando a nossa derrota com um gol aos 40 do segundo tempo. Na volta, precisávamos da vitória, já que a melhor campanha do Palmeiras credenciava o alviverde a jogar por dois empates, mas um gol de canela de Biro-Biro nos deu a vitória, colocando o Timão na final do Paulista mais uma vez. Enquanto isso, a Ponte Preta eliminava o Guarani com duas vitórias e se qualificava para nos enfrentar naquela que seria a reedição da final de 1977. Mas embora a a Ponte tivesse um timaço, não houve espaço para a revanche da equipe campineira.

Foi apertado, pois foram necessários três jogos, todos disputados no Morumbi, para que se conhecesse o campeão. Na primeira partida da final, em 3 de fevereiro de 1980, o Corinthians saiu na frente, vencendo por 1x0, gol de Palhinha. Uma imagem dessa vitória entrou para a história: a raça de Zé Maria, que insistiu em permanecer em campo apesar de ter sofrido um ferimento no supercílio, mesmo com sua camisa encharcada de sangue. No segundo jogo, no dia 6, bastava uma simples vitória corinthiana para colocarmos a mão na taça, mas o 0x0 não se moveu no placar e acabou forçando um jogo extra. Só no terceiro e decisivo confronto, realizado em 10 de fevereiro, a história se resolveu. Sócrates e Palhinha brilharam mais uma vez e, com um gol de cada craque no segundo tempo, o Timão ganhou o jogo por 2x0 e levantou a taça de campeão paulista pela 17ª vez.


Time-base: Jairo (Solito); Zé Maria (Luis Cláudio), Mauro (Zé Eduardo), Amaral e Wladimir; Caçapava, Biro-Biro (Basílio) e Palhinha; Píter (Vaguinho), Sócrates (Geraldão) e Romeu (Wilsinho). Técnico: Jorge Vieira.

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Pós-jogo: Corinthians 2x1 Capivariano

Campeonato Paulista 2016 – 3ª rodada

Parecia que ia ser fácil. Partida em casa, adversário frágil (em último na classificação geral), aí a gente abre o placar aos dois minutos de jogo... Sem sustos, então? Jamais!

O Capivariano empatou, tivemos Edílson expulso sabe lá Deus por qual motivo e só deu pra fazer o gol da vitória no segundo tempo. Mas bastou. Mais três pontos na conta e seguimos 100%.

Próximo jogo: 14/2, contra o São Paulo, em casa, pelo Paulistão.

Veja os gols no vídeo:


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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Agenda – 11 de fevereiro

No dia 11 de fevereiro de:

  • 1950 nasceu Wagno de Freitas, o Vaguinhoatacante que atuou no Corinthians de 1971 a 1981.
               
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Agenda – 10 de fevereiro

No dia 10 de fevereiro de:

  • 1980 o Corinthians venceu a Ponte Preta por 2x0 e conquistou o Campeonato Paulista de 1979, o 17º de sua história.
                
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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Agenda – 6 de fevereiro

No dia 6 de fevereiro de:

                
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Pós-jogo: Audax 0x1 Corinthians

Campeonato Paulista 2016 – 2ª rodada

Mais três pontos na conta: vitória contra o Audax, fora de casa, nessa difícil fase de acertar um time após um desmanche tão violento.

Por enquanto, somos o único time 100% no campeonato, olha só.

Próximo jogo: 11/2, contra o Capivariano, em casa, pelo Paulistão.

Veja o gol no vídeo:



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Agenda – 5 de fevereiro

No dia 5 de fevereiro de:

  • 1984 nasceu Carlitos Tévez, atacante argentino que atuou no Corinthians de 2005 a 2006.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Agenda – 4 de fevereiro

No dia 4 de fevereiro de:


  • 1949 nasceu Basílio, meio-campista que atuou no Corinthians de 1975 a 1981.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Agenda – 1º de fevereiro

No dia 1º de fevereiro de:

  • 1971 nasceu Marcelo Pereira Surcin, o Marcelinho Carioca, meio-campista que atuou no Corinthians de 1994 a 1997, de 1998 a 2001, em 2006 e em 2010.
   
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Pós-jogo: Corinthians 1x0 XV de Piracicaba

Campeonato Paulista 2016 – 1ª rodada

Na estreia do Paulistão 2016, tudo vinha dando errado. Apesar de a partida ser em casa, diante da torcida, foi um tal de tomar canseira, perder pênalti, sofre gol (bem) anulado pela arbitragem... Um horror.

Tudo encaminhava para um empate, até que no acréscimos do segundo tempo saiu o chorado golzinho que nos deu a vitória: em um lance confuso, Rodriguinho se redimiu do pênalti que havia perdido e lançou Elias, que acabou trombando com um adversário e fez a bola sobrar limpa para Romero garantir os três pontos.

Próximo jogo: 4/2, contra o Audax, fora de casa, pelo Paulistão.

Veja o gol no vídeo: