sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Títulos – Campeonato Paulista de 1999

Naquele Corinthians do final do século XX/início do século XXI, títulos não faltavam. Algumas das maiores glórias da história do clube foram conquistadas no período, como o Mundial da Fifa de 2000 e os Campeonatos Brasileiros de 1998 e 1999. Mas talvez o título mais marcante daquela Era tenha sido o Campeonato Paulista de 1999, muito graças à confusão aprontada por Edílson "Capetinha" na partida final da competição.

Ao todo, 16 equipes disputaram o Paulistão de 1999. De acordo com o confuso regulamento, a primeira fase do torneio seria realizada sem os quatro grandes; assim, Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo apenas assistiriam às 12 demais equipes lutando por oito vagas. Na segunda fase, os quatro grandes entravam na competição, ao lado dos oito classificados da fase anterior, sendo essas 12 equipes divididas em dois grupos.

Após ser sorteado no Grupo 4, os primeiros compromissos do Timão no campeonato, conforme previa o regulamento, foram contra as seis equipes que não faziam parte de seu grupo, em turno único. O rendimento do Corinthians nesta etapa foi muito ruim, com três derrotas em seis jogos, todas por goleada, todas contra rivais da capital: 3x1 para o Palmeiras, 3x0 para o São Paulo e 4x2 para a Portuguesa. Finalizadas essas seis primeiras partidas no sistema grupo x grupo, começava a nova etapa da segunda fase, na qual cada equipe teria como adversários os cinco times de seu próprio grupo, agora em turno e returno. Nesse período, o Corinthians priorizava a Libertadores e a Copa do Brasil, que eram disputadas ao mesmo tempo que o Paulista, e ainda tropeçou algumas vezes. Porém, com a eliminação nesses dois torneios, o foco no Paulista foi total, e os resultados começaram a aparecer: na reta final, em 15 pontos disputados, o Corinthians somou 13, tendo inclusive goleado o Santos por 5x1 na penúltima rodada.

Não foi uma grande campanha, mas suficiente: como os dois times mais bem colocados de cada grupo avançariam para o mata-mata, o Corinthians assegurou a segunda vaga de seu grupo, atrás do Santos.

Nosso adversário nas semifinais seria o São Paulo – não apenas o primeiro colocado de seu grupo, mas também a equipe de melhor campanha no geral. E foi um baile: na partida de ida, goleada corinthiana por 4x0; na volta, bastou um empate em 1x1 para chegarmos a mais uma final, que seria disputada contra o Palmeiras, apenas um mês depois de termos sido eliminados pelo rival nas quartas de final da Libertadores, nos pênaltis. Era a chance de tirar da garganta tudo que estava engasgado.

Na primeira partida da final, em 13 de junho, o Palmeiras foi obrigado a poupar titulares, pois três dias depois faria a decisão da Libertadores, e o Corinthians não perdoou: aplicou uma lavada de 3x0, praticamente selando o título. Na partida de volta, no dia 20 de junho, quatro dias após o título palmeirense da Libertadores, abrimos o placar com Marcelinho, tomamos a virada e vimos Edílson empatar o jogo no segundo tempo. Foi então que o "Capetinha" protagonizou uma das cenas mais folclóricas da história da competição: já tinha sido combinado entre alguns jogadores corinthianos que, quando o título estivesse assegurado, Edílson iria pegar a bola e atravessar o campo fazendo embaixadinhas, pra se vingar de todas as provocações que os jogadores do Palmeiras – em especial Paulo Nunes – vinham fazendo nos últimos confrontos. Mas nem deu tempo. Assim que Edílson fez as primeiras embaixadas, chegando a equilibrar a bola na nuca, Júnior e Paulo Nunes partiram para cima do "Capetinha" e a pancadaria começou a rolar solta. Em uma das maiores brigas jamais vistas em um campo de futebol, teve até gente pulando pra dentro do túnel do vestiário pra não apanhar. Não teve jeito de continuar a partida: alegando confusão generalizada, o árbitro determinou o final de jogo aos 30 minutos do segundo tempo.

Com isso, o Corinthians se sagrou campeão paulista pela 23ª vez, confirmando sua posição de maior vencedor paulista do século XX. De quebra, ainda possibilitou que o capitão Gamarra erguesse mais uma taça para o Timão exatamente em seu jogo de despedida do clube. Mas a imagem que fica na memória até hoje é a de Edílson, que literalmente acabou com o jogo.


Time-base: Maurício (Nei); Índio (Rodrigo) (André Santos), Nenê (Cris), Gamarra (Márcio Costa) e Silvinho (Kléber); Rincón (Pingo), Vampeta (Amaral), Ricardinho (Edu) e Marcelinho Carioca; Edílson (Mirandinha) e Fernando Baiano (Dinei). Técnico: Oswaldo de Oliveira.

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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Pós-jogo: Corinthians 1x0 Flamengo

Campeonato Brasileiro 2015 – 32ª rodada

Na semana passada, véspera de Corinthians e Flamengo, o principal assunto não foi o futebol apresentado pelo Timão (excelente), nossas chances de título (94%) ou a arbitragem (mimimimimi), e sim o reencontro de Paolo Guerrero com seu ex-clube após a conturbada transferência para o rival carioca. Muito se falou que ia ter hostilidade partindo dos nossos torcedores, incluindo uma musiquinha preparada especialmente para ele, mas não rolou nada disso (ainda bem). O próprio Tite pediu respeito ao atleta e, principalmente, que o torcedor corinthiano se preocupasse unicamente em apoiar seu time. Deu certo.

Com o placar mínimo, criado com um golzinho solitário de Vágner Love, vencemos mais uma – e era pra ser bem mais, pois bombardeamos o Flamengo ao longo dos 90 minutos. A distância para o vice-líder subiu para 11 pontos, mas o Atlético também venceu seu jogo e voltou a diferença para 8. E semana que vem, no domingo, vai rolar o tão aguardado Atlético-MG x Corinthians, aquele que pode definir o campeonato.

Só pra constar: o jogo ainda estava 0x0 quando Elias foi derrubado escandalosamente na área, por 2 jogadores AO MESMO TEMPO. O juiz, além de não marcar nada, ainda deu amarelo para o nosso jogador por simulação, o terceiro amarelo, que o suspende exatamente para a partida mais importante do torneio. Já no jogo do Galo, que acabou 2x1, o goleiro Victor fez um pênalti escandaloso em um jogador da Ponte. O juiz não marcou a penalidade e nem expulsou o goleiro. Posso falar que o campeonato está manchado?

Só pra constar 2: chegamos aos 70 pontos. Como o 4º colocado – atualmente, o Santos – tem 50 pontos e faltam apenas 18 em disputa, garantimos matematicamente uma das 3 primeiras posições, ou seja, vaga direta na Libertadores. Apenas um detalhe para quem briga por título, eu sei, mas de qualquer modo é importante que se registre.

Próximo jogo: 1º/11, contra o Atlético-MG, fora de casa, pelo Brasileirão.

Veja o gol no vídeo:


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Agenda – 25 de outubro

No dia 25 de outubro de:

  • 2008 o Corinthians venceu o Ceará por 2x0 e garantiu o seu retorno à Série A do Campeonato Brasileiro.
       
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terça-feira, 20 de outubro de 2015

Ídolos – Baltazar, o "Cabecinha de Ouro"

Oswaldo Silva, mais conhecido como Baltazar, foi para muitos o maior centroavante do Corinthians em todos os tempos. Um dos jogadores da "Santíssima Trindade Corinthiana", juntamente com o "Gerente" Cláudio e o "Pequeno Polegar" Luizinho, o "Cabecinha de Ouro" Baltazar foi campeão de tudo o que disputou na primeira metade da década de 1950 naquele que é considerado o maior Corinthians de todos os tempos.

Nascido em Santos no dia 14 de janeiro de 1926, o jogador – que era conhecido como Baltazar devido à semelhança com seu irmão mais velho, que tinha esse nome – iniciou sua carreira profissional no pequeno clube União Monte Alegre, em 1943. No ano seguinte foi para o Jabaquara, que defendeu até 1945, quando se transferiu para o Corinthians.

No Parque São Jorge, acumulou títulos. Foi três vezes campeão paulista, em 1951, em 1952 – quando fez parte do Ataque dos 100 Gols – e em 1954, no inesquecível Campeonato Paulista do IV Centenário, três vezes campeão do Torneio Rio-São Paulo, em 1950, 1953 e 1954, e venceu a Pequena Taça do Mundo, na Venezuela, em 1953, e o Torneio Internacional Charles Miller, em 1955, sagrando-se artilheiro em duas ocasiões: no Rio-São Paulo de 1950, com 9 gols, e no Paulista de 1952, marcando 27 vezes.

Ao lado de Cláudio e Luizinho, formou a base do ataque mais célebre da história corinthiana. Muitos gols foram marcados por Baltazar a partir de uma jogada mortal repetida pelo time à exaustão: Cláudio partia pela direita e fazia um de seus cruzamentos milimétricos na área para Baltazar, que completava para o gol, normalmente de cabeça.

Segundo maior artilheiro da história do clube, atrás apenas de seu contemporâneo Cláudio, Baltazar marcou 267 gols com a camisa do Corinthians, dos quais 70 foram de cabeça, o que justifica seu apelido "Cabecinha de Ouro". Em palavras do próprio Baltazar, “Nunca fui muito bom com os pés, mas, com a cabeça, nem Pelé foi melhor do que eu”.

A fama de bom cabeceador de Baltazar era tão grande que em 1952 foi composta a marchinha de carnaval "Gol de Baltazar", de Alfredo Borba, em sua homenagem. A letra destacava Baltazar e mencionava os titulares da equipe campeã paulista de 1952:

Gol de Baltazar

Gol de Baltazar
Gol de Baltazar
Salta o "Cabecinha"
Um a zero no placar.

O Mosqueteiro
Ninguém pode derrotar
Carbone é o artilheiro espetacular
Cláudio, Luizinho e Mário
Julião, Roberto e Idário
Homero, Olavo e Gilmar
São os onze craques
Que São Paulo vai consagrar.

Conta-se, a respeito do talento de Baltazar com a cabeça, que em um comício na Praça da República, o então candidato a governador de São Paulo, Hugo Borghi, disse que o estado precisava de alguém com cabeça para comandar o Estado, e o público presente começou a gritar: "Baltazar!".

A popularidade de Baltazar à época fez com que ele ganhasse um carro Studebaker no concurso O Craque Mais Querido do Brasil. Devido a problemas elétricos, o carro acabou pegando fogo, mas a torcida comprou outro para dar de presente ao jogador.

Pela Seleção Brasileira, foi convocado para as Copas de 1950 e de 1954, marcando dois gols em cada torneio, e disputou o Campeonato Sul-Americano (antiga Copa América) em 1953 e 1956.

Baltazar defendeu o Corinthians até 1957, quando se transferiu para o Juventus. Posteriormente, retornou ao Jabaquara e encerrou a carreira no União Paulista.

Na década de 1960, foi convidado pelo Corinthians para o cargo de auxiliar técnico e se tornou o treinador do clube na década seguinte, alcançando bons resultados no Campeonato Brasileiro de 1971, mas alguns problemas com a diretoria colocaram um fim a sua curta passagem como treinador corinthiano. Posteriormente, foi técnico em alguns clubes menores, mas sem obter sucesso.

Baltazar é um dos poucos jogadores que foram homenageados com um busto no Parque São Jorge, honra que divide apenas com NecoLuizinhoCláudio e Sócrates.

O fim de sua vida foi muito triste. Para sobreviver, Baltazar realizou diversos trabalhos que nada tinham a ver com seu passado glorioso ou mesmo com o esporte. Com a saúde debilitada, sem dinheiro e sem ajuda, chegou a ficar desaparecido por alguns dias e foi encontrado perambulando pelas ruas litoral paulista. Ele faleceu no dia 25 de março de 1997, aos 71 anos, devido a problemas múltiplos de saúde.

Pelo Corinthians: 

Jogos:
401

Gols:
267

Títulos:
Torneio Rio-São Paulo: 1950, 1953 e 1954
Campeonato Paulista: 19511952 e 1954
Pequena Taça do Mundo: 1953
Torneio Internacional Charles Miller: 1955

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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Pós-jogo: Atlético-PR 1x4 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2015 – 31ª rodada

Arrasador, o Corinthians simplesmente destruiu o seu adversário na tarde de ontem: 4x1 sobre o Atlético Paranaense, em Curitiba. E olha que jogar lá na Arena da Baixada nunca é moleza – fazia 9 anos que não conseguíamos uma vitória por lá. Teve Renato "Deusnato" Augusto fazendo exibição de gala, Jadson chegando a 24 assistências no ano, Vágner Love marcando 2 gols... Foi perfeito.

E pra melhorar ainda mais as coisas e aumentar nossa chance de título para absurdos 94%, o Atlético Mineiro, que jogou mais tarde contra o Sport e entrou pressionadíssimo em campo por saber do resultado conseguido pelo Corinthians, foi massacrado, também por 4x1. E mostraram um destempero total, com jogador do Galo sendo expulso antes de 20 minutos de jogo (o cara já tinha amarelo e deu um carrinho por trás), elenco saindo de campo de cabeça baixa, treinador dando entrevista de cabeça quente depois do jogo e muito mais. E olha que podia ser pior: teve pelo menos uns 2 pênaltis a favor do Sport que o juizão não marcou.

Assim, são 8 pontos de vantagem na liderança. Estamos com uma mão na taça, e pelo menos com uns 4 dedos da outra mão também...

Próximo jogo: 25/10, contra o Flamengo, em casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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Agenda – 19 de outubro

No dia 19 de outubro de:

  • 1964 nasceu Márcio Bittencourt, meio-campista que atuou no Corinthians de 1985 a 1991 e treinador do clube em 2005.
       
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domingo, 18 de outubro de 2015

Agenda – 17 de outubro

No dia 17 de outubro de:

  • 1898 nasceu Tuffy, goleiro que atuou no Corinthians de 1928 a 1931.
      
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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Pós-jogo: Corinthians 3x0 Goiás

Campeonato Brasileiro 2015 – 30ª rodada

Na quarta-feira, a vitória do Atlético-MG sobre o Inter jogou a pressão para o Corinthians, que enfrentaria o Goiás no dia seguinte. Mas quem disse que esse time sente pressão?

Com a Arena lotada e um adversário frágil, não deu outra: Corinthians 3x0. E seguimos com 5 pontos de vantagem.

Próximo jogo: 18/10, contra o Atlético-PR, fora de casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Agenda – 13 de outubro

No dia 13 de outubro de:

   
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Títulos – Campeonato Paulista de 1952

Em 1952, o Corinthians escreveu mais um capítulo do período que é considerado o mais forte de sua história. Mantendo a base campeã paulista do ano anterior, que incluía ídolos eternos como Idário, Cláudio, Luizinho, Baltazar e Carbone, e ainda contando com os reforços de Olavo e Goiano, que fariam história no clube por quase uma década, o Timão partiu para mais um bicampeonato, ampliando sua vantagem como o maior vencedor do Campeonato Paulista.

A grande força corinthiana naquele ano continuava sendo o ataque. Se no Campeonato Paulista de 1951 foram 103 gols marcados, em 1952 a marca também foi muito boa: 89 gols em 30 partidas, média de quase três por jogo. Goleadas eram comuns: 6x0 no XV de Jaú (com cinco gols de Baltazar), 7x1 no Nacional, 6x2 no Juventus, 4x1 no Santos e 6x4 no Palmeiras foram os placares mais elásticos na campanha vitoriosa.

A fórmula de disputa do campeonato era a mesma do ano anterior: pontos corridos, com 15 equipes se enfrentando em turno e returno ao longo de 30 rodadas.

Em um campeonato disputado cabeça a cabeça com o São Paulo, o título veio só na penúltima rodada, já no ano seguinte, em 25 de janeiro de 1953. Comemoramos o título nesse dia apesar de uma inesperada derrota fora de casa por 3x1 para o XV de Jaú, isso porque o São Paulo, que era a única equipe além do Corinthians com chances de título, precisava vencer para levar a decisão para a última rodada caso quisesse se manter vivo na luta pelo título, mas também perdeu seu jogo naquela rodada, para a Portuguesa. Dessa maneira, o Corinthians conquistou o Campeonato Paulista de 1952, o 14º de sua história, com uma rodada de antecedência.

O último compromisso daquele campeonato poderia servir apenas para cumprir tabela, mas foi histórico: um 3x2 de virada sobre o São Paulo, que veio com o intuito de carimbar nossa faixa e se vingar pelo vicecampeonato. Reza a lenda que no intervalo, quando o Corinthians perdia por 2x0, o folclórico presidente corinthiano Alfredo Ignácio Trindade teria ido ao vestiário e feito um inflamado discurso para os jogadores, lembrando que milhares de torcedores internados em hospitais esperavam uma vitória corinthiana com o ouvido colado em radinhos de pilha e que os jogadores não mereciam a faixa de campeão por permitirem um resultado como aquele. Verdade ou não, o fato é que o Corinthians voltou a campo com outra atitude e acabou com o jogo: virou a partida, com três gols em 45 minutos.

O artilheiro do campeonato, mais uma vez, foi um jogador do inesquecível ataque corinthiano: Baltazar, com 27 gols.


Time-base: Gylmar (Cabeção); Homero e Olavo; Idário (Sula), Goiano (Lorena) e Julião (Roberto); Cláudio, Luizinho, Baltazar, Carbone (Gatão) e Mário (Colombo). Técnico: Rato.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Agenda – 7 de outubro

No dia de outubro de:

  • 1973 nasceu Nelson de Jesus Silva, o Dida, goleiro que atuou no Corinthians de 1999 a 2000 e de 2001 a 2002.
              
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Pós-jogo: Ponte Preta 2x2 Corinthians

Campeonato Brasileiro 2015 – 29ª rodada

Como sempre falamos por aqui, na matemática para se vencer um campeonato em pontos corridos, é preciso ganhar os jogos fora de casa teoricamente mais fáceis. A Ponte Preta, com todo respeito, é desses adversários. Não interessa que vinha de sei lá quantas vitórias seguidas e que cresce no campeonato. Era pra termos voltado de Campinas com 3 pontos.

Mas do jeito que as coisas foram ontem, estamos no lucro... Apesar de termos aberto o placar ainda no 1º tempo, com Jadson, a ponte voltou para a 2ª etapa com uma fome inacreditável. Fomos dominados, tomamos a virada com 2 gols em 3 minutos e parecia que a derrota era inevitável, mas Rodriguinho, que havia acabado de entrar, empatou a partida com um golaço.

Com a vitória do Galo no sábado, a diferença caiu novamente para 5 pontos. E faltam só 9 rodadas.

E não é que teve arbitragem polêmica de novo? E não é que de novo a gente foi prejudicado? O 1º gol da Ponte foi irregular, pois o jogador estava em impedimento – impedimento milimétrico, é verdade, mas os impedimentos milimétricos a nosso favor não são repetidos à exaustão pelos anti como "prova" de nosso favorecimento? Sem contar um pênalti inventado a favor do Atlético-MG e a expulsão bizarra de um jogador do Palmeiras contra a Chapecoense, jogador este que já estava no vestiário quando foi chamado de volta pela arbitragem porque MUITO PROVAVELMENTE houve ajuda externa, o que não é permitido pela regra. Se fosse a favor da gente, imaginem o mimimi...

Mas o campeonato só volta daqui a 10 dias: haverá uma pausa para o início das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018.

Próximo jogo: 15/10, contra o Goiás, em casa, pelo Brasileirão.

Veja os gols no vídeo:


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