domingo, 28 de dezembro de 2014

Corinthianos Famosos – Gabriel Medina

O surfista Gabriel Medina (nascido em São Sebastião, em 22 de dezembro de 1993), primeiro brasileiro campeão mundial de surfe, é mais um vencedor no esporte que também é torcedor do Corinthians. Durante o Mundial de Surfe de 2014, torneio em que foi o vencedor, ele recebeu de presente do clube uma camisa 10 com o seu nome, para incentivá-lo na conquista. Deu certo.


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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Agenda – 23 de dezembro

No dia 23 de dezembro de:


segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Agenda – 22 de dezembro

No dia 22 de dezembro de:


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Agenda – 16 de dezembro

No dia 16 de dezembro de:



segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Agenda – 15 de dezembro

No dia 15 de dezembro de:

  • 1915 nasceu Servílio, atacante que atuou no Corinthians de 1939 a 1949.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Agenda – 14 de dezembro

No dia 14 de dezembro de:

  • 1983 o Corinthians empatou com o São Paulo em 1x1 e conquistou o Campeonato Paulista de 1983, o 19º de sua história. 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Agenda – 12 de dezembro

No dia 12 de dezembro de:


    terça-feira, 9 de dezembro de 2014

    Títulos – Campeonato Paulista de 1982

    O início dos anos 80 não vinha sendo fácil para o Corinthians. A gota d'água foi a temporada 1981, em que o clube ficou na 26ª colocação no Campeonato Brasileiro e na oitava no Campeonato Paulista, resultado que obrigou o time a jogar a Taça de Prata, uma espécie de segunda divisão do Campeonato Brasileiro, no ano seguinte. Mas como sempre acontece com o Corinthians, as dificuldades tornaram a equipe ainda mais forte, e o ano de 1982 acabou trazendo não apenas mais um título estadual como também uma das mais festejadas páginas da história alvinegra: a Democracia Corinthiana.

    O movimento, encabeçado pelos atletas mais politizados do elenco corinthiano na época, como Sócrates, Wladimir, Zé Maria, Casagrande e Zenon, determinava que qualquer decisão ligada ao clube, desde as questões financeiras até a escolha de fazer ou não concentração, deveria ser votada por todos. Da comissão técnica ao roupeiro, os votos de todos tinham o mesmo peso, ou seja, tudo era decidido democraticamente. Lembrando que o Brasil ainda vivia tempos de Ditadura Militar, o movimento foi revolucionário não apenas por propor um novo modelo de gestão para um clube de futebol, mas principalmente pelas campanhas aderidas pelo Corinthians em prol da democracia (como seu slogan, "Ganhar ou perder, mas sempre com democracia", e frases estampadas na camisa do clube, como "Diretas-já" e "Eu quero votar para presidente").

    Mas o Corinthians de 1982 deu muito orgulho para seu torcedor também dentro de campo. Com uma equipe fortíssima, liderada pelos craques Sócrates e Zenon e com o apoio de Deuses da Raça como Wladimir, Zé Maria e Biro-Biro, além da revelação Casagrande, o troféu de campeão paulista daquele ano só poderia mesmo parar no Parque São Jorge.

    O campeonato, que contava com 20 participantes, seria disputado em dois turnos. Após as primeiras 19 rodadas, conhecido o campeão do primeiro turno, a pontuação seria zerada e se iniciaria o segundo turno, em que todos os participantes se enfrentariam novamente, com os mandos de campo invertidos em relação ao primeiro turno.

    O primeiro turno – em que ocorreu um histórico 5x1 sobre o Palmeiras, com três gols de Casagrande – foi vencido com folga pelo Corinthians, tendo o São Paulo na segunda colocação; no segundo turno, ocorreu exatamente o contrário: São Paulo campeão, Corinthians vice.

    Já que não tivemos uma mesma equipe vencedora dos dois turnos, o regulamento previa uma segunda fase, em formato de mata-mata, para que se pudesse definir o campeão. Mas como Corinthians e São Paulo ocuparam as duas primeiras posições em ambos os turnos anteriores, as semifinais foram descartadas, e os rivais se enfrentariam diretamente na final.

    Assim, a finalíssima colocaria frente a frente as melhores equipes do campeonato, com um tempero especial: o São Paulo era o atual bicampeão paulista, e buscava o tri – inclusive, seus torcedores diziam que após essa conquista o nome de seu estádio deveria der alterado de Morumbi para "Morumtri". Mas no fim das contas, foi o Corinthians quem teve a oportunidade de escrever mais um capítulo da sua supremacia em confrontos contra o Tricolor Paulista.

    De nada adiantou a manobra covarde da diretoria do São Paulo, que encerou o chão do vestiário corinthiano para dificultar o aquecimento dos atletas, e nem a pressão iniciada pelo então preparador físico tricolor, Gilberto Tim, que afirmou que o São Paulo era um time de machos e o Corinthians, um bando de meninos desmamados. Na primeira partida, em 8 de dezembro, o gol solitário de Sócrates no Morumbi garantiu a vitória alvinegra e a vantagem do empate para o jogo de volta. Quatro dias depois, em 12 de dezembro, Biro-Biro abriu o placar aos 26 minutos do segundo tempo, o que parecia decretar o título corinthiano, mas o São Paulo empatou logo em seguida, incendiando a partida. Só que não teve jeito: Biro-Biro fez mais um e Casagrande – que terminaria como o artilheiro da competição, com 28 gols – fechou o caixão. Resultado: 3x1 e festa corinthiana no Paulistão, pela 18ª vez na história. Assim, a torcida tricolor teve que se conformar com outro nome novo para o estádio: "Morumbiro"...

    O caminho para o bi da democracia estava iniciado. Em 1983 teria mais: novo título paulista, novamente sobre o São Paulo.


    Time base: Solito; Alfinete (Zé Maria), Mauro (Daniel González), Wágner e Wladimir; Paulinho, Sócrates e Zenon; Ataliba (Eduardo), Casagrande e Biro-Biro (Paulo Egídio). Técnico: Mário Travaglini.

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    domingo, 7 de dezembro de 2014

    Pós-jogo: Corinthians 2x1 Criciúma

    Campeonato Brasileiro 2014 – 38ª rodada

    Quando o time é incompetente ao longo de um ano inteiro, como foi o nosso caso em 2014, fica complicado chegar na última rodada do campeonato dependendo do resultado dos outros e achar que nasceu sem sorte porque as coisas não deram certo. Na tarde de ontem, a nossa parte a gente até fez: 2x1 no lanterna Criciúma, com direito a golaço de Fábio Santos. Mas de nada adiantou, pois o Internacional também venceu – com ajuda monstruosa da arbitragem, que deu um tempo absurdo de acréscimo (5 minutos) e permitiu o gol da vitória colorada por 2x1 exatamente no último lance, já aos 50 do 2º tempo.

    Agora não tem chororô (chororô, aliás, é com eles lá do sul, e não vamos descer ao nível colorado): o 3º lugar é deles e a gente ficou em 4º, ou seja, vamos ter que enfrentar a pré-Libertadores contra um time colombiano ainda não definido. Caso a gente consiga avançar, a pedreira será ainda maior: vamos para o Grupo 2, com a companhia do nosso rival São Paulo, do San Lorenzo, da Argentina, atual campeão do torneio, e do Danubio, do Uruguai. Complicado.

    Além disso, ir pra pré-Libertadores traz todo aquele desconforto das lembranças de 2011. Não tem jeito, é impossível que o filme Tolima não passe pela nossa mente. Talvez seja uma oportunidade de exorcizar o último fantasma que ainda falta na nossa história, mas o fato é que a chance de um novo vexame já está deixando os corinthianos de cabelo em pé.

    Para finalizar, gostaria apenas de fazer uma retrospectiva do nosso patético ano de 2014:

    • Não disputamos nenhum torneio internacional, herança do também patético ano de 2013. Pelo menos todos os nossos vexames ficaram em território nacional.
    • No Paulistão, amargamos uma ridícula eliminação ainda na primeira fase, perdendo vaga para Botafogo de Ribeirão Preto e Ituano. O que dizer, não é mesmo?
    • Na Copa do Brasil, talvez o pior de todos momentos corinthianos neste ano: conseguimos a proeza de levar 4 gols de um time que precisava marcar exatamente 4 para nos eliminar
    • No Campeonato Brasileiro, o objetivo mínimo foi alcançado: vaga na Libertadores, ainda que seja na fase preliminar. Mas dava pra ter ido bem mais longe, se não fossem os incontáveis e irritantes vacilos contra os times pequenos e a falta de constância da nossa equipe ao longo do campeonato.

    Assim, é natural que 2014 não deixe NENHUMA saudade no torcedor corinthiano. E para 2015, não sabemos o que esperar. Mano Menezes, que passou longe de fazer um bom trabalho, já deu adeus. Provavelmente teremos Tite mais uma vez ou Oswaldo de Oliveira (Abel Braga corre por fora). Venha quem vier, a torcida é uma só: que tudo melhore para o ano que vem. Vamos esperar.

    Veja os gols no vídeo:


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    sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

    Agenda – 5 de dezembro

    No dia 5 de dezembro de:

    • 1937 o Corinthians venceu o Estudantes por 3x0 e conquistou o Campeonato Paulista de 1937, o 9º de sua história. 


    • 1976 ocorreu a histórica Invasão Corinthiana ao Maracanã na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976, contra o Fluminense

      quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

      Agenda – 4 de dezembro

      No dia 4 de dezembro de:

      • 2005 o Corinthians perdeu para o Goiás por 3x2 mas, mesmo com a derrota, conquistou o Campeonato Brasileiro de 2005, o 4º de sua história. 

      • 2011 o Corinthians empatou com o Palmeiras em 0x0 e conquistou o Campeonato Brasileiro de 2011, o 5º de sua história. 

      segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

      Pós-jogo: Fluminense 5x2 Corinthians

      Campeonato Brasileiro 2014 – 37ª rodada

      Ontem era pra ter sido um dia de festa. Se tivéssemos somado um mísero pontinho contra o Fluminense, teríamos não apenas garantido matematicamente a vaga para a Libertadores 2015 como também ultrapassado o Internacional na tabela e recuperado a 3ª posição do Brasileirão – lembrando que o 4º colocado não garante vaga automática para a fase de grupos, e sim para a pré-Libertadores.

      Mas o domingo acabou sendo um desastre: tomamos uma traulitada inacreditável do Fluminense, um inexplicável 5x2 (virou moda golear a gente na temporada), em um jogo bastante polêmico. Parecia que a gente ia se dar bem, já que saímos na frente, com um gol de Guerrero, mas tomamos a virada – e olha que jogamos com um a mais por algum tempo. Perdemos pênalti, tivemos outro inexistente marcado contra a gente, Diego Cavalieri fez defesas absurdas, sofremos 3 gols em 13 minutos... Deu tudo errado.

      Por sorte, o Grêmio foi derrotado pelo Bahia mais tarde e agora o tricolor gaúcho não pode mais alcançar a gente, ou seja, o G4 já está garantido. O problema é que o 3º lugar do campeonato só virá com uma combinação de resultados: precisamos somar mais pontos do que o Inter na última rodada, quando eles enfrentam o Figueirense fora de casa e nós, o lanterna Criciúma, na Arena Corinthians. Caso eles vençam, não há o que fazer: seremos o 4º colocado. Caso empatem, precisamos vencer. E se eles perderem, 1 ponto já basta para nós.

      Em uma temporada marcada por fiascos em momentos decisivos, não irá me surpreender se vacilarmos. Mas quem sabe um ano desastroso não resolve terminar bem, anunciando novos ares que virão em 2015?

      Próximo jogo: 07/12, contra o Criciúma, em casa, pelo Brasileirão.

      Veja os gols no vídeo:


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